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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Filmar para ampliar 16/35mm

A Embrafilme publicou, através de seus departamentos culturais e não-comerciais, muitos materiais informativos ao longo dos anos. O folheto abaixo, intitulado "Filmar para ampliar 16/35mm: recomendações técnicas", foi publicado nos anos 1980, quando a empresa estava sob a direção de Roberto Parreiras, sendo uma tradução de original norte-americano. A tradução foi de Maria teresa Machado e a revisão técnica de Carlos Augusto Calil. Sua publicação no blog se deve ao valor histórico das informações.





quarta-feira, 5 de junho de 2013

Um exemplo a ser copiado: AMIA Film Advocacy Task Force

A AMIA (Association of Moving Image Archivists) criou uma força tarefa, formada por arquivistas audiovisuais e preservadores, que, reconhecendo a importância e a estabilidade da película como mídia, se dedicada a criar maneiras de promover, encorajar e facilitar o uso da película cinematográfica e fortalecer a relação entre arquivos, repositórios e usuários de filmes. O crescente uso da tecnologia digital tem tornado cada vez mais difícil o acesso a cópias em película e a filme virgem.
Várias iniciativas são encabeçadas pelo FATF (Film Advocacy Task Force), como apoiar os cinemas que desejem, mesmo tendo instalado equipamentos digitais, continuar projetando filmes em película. Outra iniciativa, já com o resultado disponível no site, é a listagem de laboratórios comerciais que ainda trabalhem com filme. Outro recurso disponível no site é o AMIA Theater Presentation Guidelines, um breve, prático e sucinto guia com regras, conselhos e sugestões para a projeção de filmes em película.
No Brasil, onde vivenciamos um enorme esforço em superar nosso "atraso" na digitalização das salas de cinemas (ver este post, por exemplo), uma iniciativa como essa também seria bem-vinda.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Exibidores ambulantes na Índia

Preservar o cinema é mais do que preservar filmes, apenas. O contexto de exibição é tão importante quanto a obra, sobretudo quando se percebe o quanto a recepção é determinante para a compreensão do texto e como o cinema é tanto uma arte ou indústria quanto uma prática ou evento.
Ver filmes em DVD não é melhor ou pior do que numa sala de cinema, mas é indiscutivelmente diferente. O problema é a extinção total de modos de exibição de inegável importância histórica, social e cultural.
Nesse sentido, é interessante ler essa matéria sobre os cinemas ambulantes na Índia.